segunda-feira, 1 de junho de 2015

Creio em Deus por causa da Criação e Creio em Cristo Jesus por causa da Biblia.

Creio em Deus por causa da Criação e Creio em Cristo Jesus por causa da Bíblia

Creio em Deus porque penso, porque exerço a razão; e creio em Jesus Cristo porque conheço a História da Redenção, idoneamente reportada e preservada nas Escrituras Sagradas.”

Não podemos ver a Deus; por isso facilmente ignoramos ou negamos a sua existência. Entretanto, a fé em Deus é, no mínimo, uma dedução lógica, racional.

A fé em Jesus Cristo, entretanto, embora também tenha seu suporte lógico ou racional, tem como seu fundamento ou base – a Bíblia, as Escrituras Sagradas.

A fé em Deus tem uma lógica; assim como alguns conhecimentos científicos de hoje, que um dia foram meras suposições lógicas, baseadas na convicção de que toda realidade ou efeito observável deve ter uma causa precedente, mesmo que ela não seja conhecida – é esta certeza que move ou provoca o estudo e a ciência. O axioma (premissa) da relação “causa e efeito”, embora absolutamente racional, também envolve fé, a fé que supõe ou pressupõe, reconhece e procura a causa (orígem) quando esta é desconhecida. O cientista que procura uma causa ainda desconhecida é motivado pela certeza ou convicção de um fato que não pode ser visto; e isto também é fé (Epístola aos Hebreus 11.1). A pressuposição da existência de Deus é racional, lógica, inteligente.

Assim como a convicção (fé) de que todo efeito tem uma causa move a ciência na busca do conhecimento; a fé (convicção) na existência de Deus é essencial para o conhecimento de Deus (Epístola aos Hebreus 11.6). A ciência jamais teria avançado sem a fé na possibilidade de conhecer o desconhecido. Assim, também o conhecimento de Deus não pode ser alcançado pelo que não o buscam, ou seja, pelos que o ignoram (não consideram importante) ou preconceituosamente negam a existência de Deus.

A respeito de qualquer ser, no universo ou na terra, bruto ou vivo, podemos perguntar sobre sua orígem ou causa, e seu propósito. Se vemos pela primeira vez um determinado objeto, institivamente perguntamos: o que é? Para que serve (qual é o seu propósito) ? E, dependendo da utilidade e complexidade do objeto, somos tomados de admiração sobre quem o criou. É por isso que perguntamos sobre a orígem do universo, da terra e do homem.

Podemos desconhecer o propósito de muitas coisas; porém, se nos dedicarmos à busca do conhecimento do propósito de um determinado objeto, provavelmente, mais cedo ou mais tarde, encontraremos. Somente como exemplo, os cílios dos olhos humanos têm propósito, eles não são resultado do acaso, um acidente, uma aberração, um despropósito. Além de proteger, os cílios contribuem para a beleza dos olhos. Os cílios têm uma lógica, uma razão, e, por que não, uma intenção. E quanto ao homem propriamente, por que não teria ele uma lógica, razão ou intenção? E se tem uma lógica, razão e intenção; e isto requer uma mente, inteligência, uma pessoa admirável; a esta chamamos Deus, mesmo sem conhecê-lo.

Portanto, a base lógica da existência de Deus é a nossa própria existência em um universo grandioso, complexo e sincronizado, ou seja, ajustado com impressionante precisão. Portanto, a fé em Deus é lógica, racional.

A fé em Jesus Cristo tem uma razão histórica, assim como a que nos leva a crer na historicidade dos faraós egípcios, no rei Nabucodonosor e no Império Babilônico, em Alexandre da Macedônia, ou nos filósofos Aristóteles e Platão. Não os vimos, mas cremos existiram porque deixaram suas marcas na História. Estes fizeram, falaram ou escreveram algo relavante que foi preservado. Por isso, nós cremos que eles existiram, cremos que eles realmente fizeram, falaram ou escreveram o que lhes é atribuído. Da mesma forma, não podemos fazer retroceder o tempo, e ver a Jesus Cristo; porém, o que Ele fez e falou ficou registrado na História, na História da Redenção, a Bíblia ou Escrituras Sagradas.

A Bíblia é a História da obra da Redenção, em que Deus, embora invisível, é o agente principal, e o homem, além de coadjuvante, é o alvo e beneficiário. A Bíblia é o registro das obras e palavras redentivas de Deus, em favor da humanidade. A Bíblia foi intencionada e inspirada por Deus, mas escrita por homens, no curso da História, para ser o fiel registro da História da Redenção (2 Epístola de Pedro 1.16-21).

O Deus invisível entrou na História do Universo que Ele criou, e cujo destino Ele mesmo governa soberanamente (contudo, normalmente não sem agência da criatura, especialmente o homem, como já foi observado). Deus entrou na História, participou da História, primeiramente, mantendo-se invisível, mas agindo direta ou indiretamente, e falando através de agentes que ficaram conhecidos como profetas, e cuidando para que seus atos e palavras redentivas ficassem indelevelmente registrados na História, a História da Redenção – por isto chamada a “Escritura Sagrada”.

Depois de haver participado como principal agente, embora invisivelmente, na História da humanidade, com os seus feitos e palavras redentivas; conforme já havia indicado por meio dos profetas, Deus mesmo, pessoalmente entrou na História, encarnado, em semelhança e natureza humana; isto é, em Jesus Cristo.

A Bíblia é a revelação verbal de de Deus, e Jesus Cristo é o grande assunto desta revelação. Jesus Cristo é o assunto principal da Bíblia porque ela é a História da Redenção e Jesus é o Redentor. É em Jesus Cristo que Deus e homem se encontram, em dois importante aspectos:
§   O Criador Infinito e Eterno e a criatura finita e temporal, em uma só e singular pessoa, Deus, o Eterno Filho, agora encarnado, em natureza humana, Jesus Cristo (João 1.1-14).
§   O Deus Santo e o homem pecador aproximados por um único Mediador, Jesus Cristo que cumpre perfeitamente a justiça que a Santidade de Deus requer e expia, anula, aniquila o pecado do homem ( Efésios 2.11-22).

O Deus encarnado, Jesus Cristo, comunica (em uma mensagem viva, em pessoa) que o homem, como criatura de Deus não é essencialmente (originalmente) pecador (transgressor da justiça, ofensivo e inadmissível perante a santidade de Deus).

Além disso, o Deus encarnado, Jesus Cristo, é grande demonstração de que o pecado, por mais grave, ofensinvo, abominável e destrutivo que seja, não é um mal que Deus, o Onipotente Criador, não possa vencer.  E Deus realmente o venceu, por meio de Jesus Cristo, “nosso Senhor, o qual por nossos pecados foi entregue (morreu) e ressuscitou para nossa justificação. Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 4.24-5.1).

Em nossa geração, a arrogância do homem confiante em suas conquistas tem atingido um grau tão elevado como em poucas outras ocasiões. O homem contemporâneo zomba da fé em Deus, mais especificamente da fé em um Deus pessoal, que intervém no no universo, na História, ou na vida particular de quem quer que seja. A zombaria dá lugar ao amargo desprezo e até perseguição quando, além da fé na existência de Deus, a fé reconhece que Jesus Cristo é Deus encarnado para salvar o pecador e redimir a Criação, conforme demonstra a História da Redenção, a Bíbla.

Creio em Deus porque penso, porque exerço a razão; e creio em Jesus Cristo porque conheço a História da Redenção, idoneamente reportada e preservada nas Escrituras Sagradas, a Bíblia.

Ouça a “voz da razão”, exerça a liberdade de pensar, não se deixe dominar pelo espírito arrogante de nossa era, admita a lógica da existência de Deus. Então,  ore, peça a Deus que se aproxime de você, e se faça mais intimamente conhecido. 

Então, sem preconceito, leia a Bíblia. Para ganhar tempo (que nos é tão precioso, e não sabemos quanto ainda nos resta) vá direto ao centro da Bíblia, vá aos Evangelhos (Segundo Mateus, Marcos, Lucas ou João); pois eles são registro histórico do cumprimento da grande promessa redentiva de Deus, do nacimento, ensino, e morte e ressurreição de Jesus Cristo.

Quem conhece a Jesus Cristo, conhece a Deus de uma maneira direta, íntima e salvadora, o que seria absolutamente impossível de qualquer outro modo. Conhecer a Deus pela Criação, por um milagre, ou por qualquer providência de Deus, é como conhecer um artista somente por uma ou algumas de suas obras. Conhecer Jesus Cristo é conhecer a Deus pessoalmente (João 14.6-9).

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” ( João 3.16)ia

Creio em Deus porque penso, porque exerço a razão; e creio em Jesus Cristo porque conheço a História da Redenção, idoneamente reportada e preservada nas Escrituras Sagradas.”

Não podemos ver a Deus; por isso facilmente ignoramos ou negamos a sua existência. Entretanto, a fé em Deus é, no mínimo, uma dedução lógica, racional.

A fé em Jesus Cristo, entretanto, embora também tenha seu suporte lógico ou racional, tem como seu fundamento ou base – a Bíblia, as Escrituras Sagradas.

A fé em Deus tem uma lógica; assim como alguns conhecimentos científicos de hoje, que um dia foram meras suposições lógicas, baseadas na convicção de que toda realidade ou efeito observável deve ter uma causa precedente, mesmo que ela não seja conhecida – é esta certeza que move ou provoca o estudo e a ciência. O axioma (premissa) da relação “causa e efeito”, embora absolutamente racional, também envolve fé, a fé que supõe ou pressupõe, reconhece e procura a causa (orígem) quando esta é desconhecida. O cientista que procura uma causa ainda desconhecida é motivado pela certeza ou convicção de um fato que não pode ser visto; e isto também é fé (Epístola aos Hebreus 11.1). A pressuposição da existência de Deus é racional, lógica, inteligente.

Assim como a convicção (fé) de que todo efeito tem uma causa move a ciência na busca do conhecimento; a fé (convicção) na existência de Deus é essencial para o conhecimento de Deus (Epístola aos Hebreus 11.6). A ciência jamais teria avançado sem a fé na possibilidade de conhecer o desconhecido. Assim, também o conhecimento de Deus não pode ser alcançado pelo que não o buscam, ou seja, pelos que o ignoram (não consideram importante) ou preconceituosamente negam a existência de Deus.

A respeito de qualquer ser, no universo ou na terra, bruto ou vivo, podemos perguntar sobre sua orígem ou causa, e seu propósito. Se vemos pela primeira vez um determinado objeto, institivamente perguntamos: o que é? Para que serve (qual é o seu propósito) ? E, dependendo da utilidade e complexidade do objeto, somos tomados de admiração sobre quem o criou. É por isso que perguntamos sobre a orígem do universo, da terra e do homem.

Podemos desconhecer o propósito de muitas coisas; porém, se nos dedicarmos à busca do conhecimento do propósito de um determinado objeto, provavelmente, mais cedo ou mais tarde, encontraremos. Somente como exemplo, os cílios dos olhos humanos têm propósito, eles não são resultado do acaso, um acidente, uma aberração, um despropósito. Além de proteger, os cílios contribuem para a beleza dos olhos. Os cílios têm uma lógica, uma razão, e, por que não, uma intenção. E quanto ao homem propriamente, por que não teria ele uma lógica, razão ou intenção? E se tem uma lógica, razão e intenção; e isto requer uma mente, inteligência, uma pessoa admirável; a esta chamamos Deus, mesmo sem conhecê-lo.

Portanto, a base lógica da existência de Deus é a nossa própria existência em um universo grandioso, complexo e sincronizado, ou seja, ajustado com impressionante precisão. Portanto, a fé em Deus é lógica, racional.

A fé em Jesus Cristo tem uma razão histórica, assim como a que nos leva a crer na historicidade dos faraós egípcios, no rei Nabucodonosor e no Império Babilônico, em Alexandre da Macedônia, ou nos filósofos Aristóteles e Platão. Não os vimos, mas cremos existiram porque deixaram suas marcas na História. Estes fizeram, falaram ou escreveram algo relavante que foi preservado. Por isso, nós cremos que eles existiram, cremos que eles realmente fizeram, falaram ou escreveram o que lhes é atribuído. Da mesma forma, não podemos fazer retroceder o tempo, e ver a Jesus Cristo; porém, o que Ele fez e falou ficou registrado na História, na História da Redenção, a Bíblia ou Escrituras Sagradas.

A Bíblia é a História da obra da Redenção, em que Deus, embora invisível, é o agente principal, e o homem, além de coadjuvante, é o alvo e beneficiário. A Bíblia é o registro das obras e palavras redentivas de Deus, em favor da humanidade. A Bíblia foi intencionada e inspirada por Deus, mas escrita por homens, no curso da História, para ser o fiel registro da História da Redenção (2 Epístola de Pedro 1.16-21).

O Deus invisível entrou na História do Universo que Ele criou, e cujo destino Ele mesmo governa soberanamente (contudo, normalmente não sem agência da criatura, especialmente o homem, como já foi observado). Deus entrou na História, participou da História, primeiramente, mantendo-se invisível, mas agindo direta ou indiretamente, e falando através de agentes que ficaram conhecidos como profetas, e cuidando para que seus atos e palavras redentivas ficassem indelevelmente registrados na História, a História da Redenção – por isto chamada a “Escritura Sagrada”.

Depois de haver participado como principal agente, embora invisivelmente, na História da humanidade, com os seus feitos e palavras redentivas; conforme já havia indicado por meio dos profetas, Deus mesmo, pessoalmente entrou na História, encarnado, em semelhança e natureza humana; isto é, em Jesus Cristo.

A Bíblia é a revelação verbal de de Deus, e Jesus Cristo é o grande assunto desta revelação. Jesus Cristo é o assunto principal da Bíblia porque ela é a História da Redenção e Jesus é o Redentor. É em Jesus Cristo que Deus e homem se encontram, em dois importante aspectos:
§   O Criador Infinito e Eterno e a criatura finita e temporal, em uma só e singular pessoa, Deus, o Eterno Filho, agora encarnado, em natureza humana, Jesus Cristo (João 1.1-14).
§   O Deus Santo e o homem pecador aproximados por um único Mediador, Jesus Cristo que cumpre perfeitamente a justiça que a Santidade de Deus requer e expia, anula, aniquila o pecado do homem ( Efésios 2.11-22).

O Deus encarnado, Jesus Cristo, comunica (em uma mensagem viva, em pessoa) que o homem, como criatura de Deus não é essencialmente (originalmente) pecador (transgressor da justiça, ofensivo e inadmissível perante a santidade de Deus).

Além disso, o Deus encarnado, Jesus Cristo, é grande demonstração de que o pecado, por mais grave, ofensinvo, abominável e destrutivo que seja, não é um mal que Deus, o Onipotente Criador, não possa vencer.  E Deus realmente o venceu, por meio de Jesus Cristo, “nosso Senhor, o qual por nossos pecados foi entregue (morreu) e ressuscitou para nossa justificação. Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 4.24-5.1).

Em nossa geração, a arrogância do homem confiante em suas conquistas tem atingido um grau tão elevado como em poucas outras ocasiões. O homem contemporâneo zomba da fé em Deus, mais especificamente da fé em um Deus pessoal, que intervém no no universo, na História, ou na vida particular de quem quer que seja. A zombaria dá lugar ao amargo desprezo e até perseguição quando, além da fé na existência de Deus, a fé reconhece que Jesus Cristo é Deus encarnado para salvar o pecador e redimir a Criação, conforme demonstra a História da Redenção, a Bíbla.

Creio em Deus porque penso, porque exerço a razão; e creio em Jesus Cristo porque conheço a História da Redenção, idoneamente reportada e preservada nas Escrituras Sagradas, a Bíblia.

Ouça a “voz da razão”, exerça a liberdade de pensar, não se deixe dominar pelo espírito arrogante de nossa era, admita a lógica da existência de Deus. Então,  ore, peça a Deus que se aproxime de você, e se faça mais intimamente conhecido. 

Então, sem preconceito, leia a Bíblia. Para ganhar tempo (que nos é tão precioso, e não sabemos quanto ainda nos resta) vá direto ao centro da Bíblia, vá aos Evangelhos (Segundo Mateus, Marcos, Lucas ou João); pois eles são registro histórico do cumprimento da grande promessa redentiva de Deus, do nacimento, ensino, e morte e ressurreição de Jesus Cristo.

Quem conhece a Jesus Cristo, conhece a Deus de uma maneira direta, íntima e salvadora, o que seria absolutamente impossível de qualquer outro modo. Conhecer a Deus pela Criação, por um milagre, ou por qualquer providência de Deus, é como conhecer um artista somente por uma ou algumas de suas obras. Conhecer Jesus Cristo é conhecer a Deus pessoalmente (João 14.6-9).

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” ( João 3.16)

Creio em Deus porque penso, porque exerço a razão; e creio em Jesus Cristo porque conheço a História da Redenção, idoneamente reportada e preservada nas Escrituras Sagradas.”

Não podemos ver a Deus; por isso facilmente ignoramos ou negamos a sua existência. Entretanto, a fé em Deus é, no mínimo, uma dedução lógica, racional.

A fé em Jesus Cristo, entretanto, embora também tenha seu suporte lógico ou racional, tem como seu fundamento ou base – a Bíblia, as Escrituras Sagradas.

A fé em Deus tem uma lógica; assim como alguns conhecimentos científicos de hoje, que um dia foram meras suposições lógicas, baseadas na convicção de que toda realidade ou efeito observável deve ter uma causa precedente, mesmo que ela não seja conhecida – é esta certeza que move ou provoca o estudo e a ciência. O axioma (premissa) da relação “causa e efeito”, embora absolutamente racional, também envolve fé, a fé que supõe ou pressupõe, reconhece e procura a causa (orígem) quando esta é desconhecida. O cientista que procura uma causa ainda desconhecida é motivado pela certeza ou convicção de um fato que não pode ser visto; e isto também é fé (Epístola aos Hebreus 11.1). A pressuposição da existência de Deus é racional, lógica, inteligente.

Assim como a convicção (fé) de que todo efeito tem uma causa move a ciência na busca do conhecimento; a fé (convicção) na existência de Deus é essencial para o conhecimento de Deus (Epístola aos Hebreus 11.6). A ciência jamais teria avançado sem a fé na possibilidade de conhecer o desconhecido. Assim, também o conhecimento de Deus não pode ser alcançado pelo que não o buscam, ou seja, pelos que o ignoram (não consideram importante) ou preconceituosamente negam a existência de Deus.

A respeito de qualquer ser, no universo ou na terra, bruto ou vivo, podemos perguntar sobre sua orígem ou causa, e seu propósito. Se vemos pela primeira vez um determinado objeto, institivamente perguntamos: o que é? Para que serve (qual é o seu propósito) ? E, dependendo da utilidade e complexidade do objeto, somos tomados de admiração sobre quem o criou. É por isso que perguntamos sobre a orígem do universo, da terra e do homem.

Podemos desconhecer o propósito de muitas coisas; porém, se nos dedicarmos à busca do conhecimento do propósito de um determinado objeto, provavelmente, mais cedo ou mais tarde, encontraremos. Somente como exemplo, os cílios dos olhos humanos têm propósito, eles não são resultado do acaso, um acidente, uma aberração, um despropósito. Além de proteger, os cílios contribuem para a beleza dos olhos. Os cílios têm uma lógica, uma razão, e, por que não, uma intenção. E quanto ao homem propriamente, por que não teria ele uma lógica, razão ou intenção? E se tem uma lógica, razão e intenção; e isto requer uma mente, inteligência, uma pessoa admirável; a esta chamamos Deus, mesmo sem conhecê-lo.

Portanto, a base lógica da existência de Deus é a nossa própria existência em um universo grandioso, complexo e sincronizado, ou seja, ajustado com impressionante precisão. Portanto, a fé em Deus é lógica, racional.

A fé em Jesus Cristo tem uma razão histórica, assim como a que nos leva a crer na historicidade dos faraós egípcios, no rei Nabucodonosor e no Império Babilônico, em Alexandre da Macedônia, ou nos filósofos Aristóteles e Platão. Não os vimos, mas cremos existiram porque deixaram suas marcas na História. Estes fizeram, falaram ou escreveram algo relavante que foi preservado. Por isso, nós cremos que eles existiram, cremos que eles realmente fizeram, falaram ou escreveram o que lhes é atribuído. Da mesma forma, não podemos fazer retroceder o tempo, e ver a Jesus Cristo; porém, o que Ele fez e falou ficou registrado na História, na História da Redenção, a Bíblia ou Escrituras Sagradas.

A Bíblia é a História da obra da Redenção, em que Deus, embora invisível, é o agente principal, e o homem, além de coadjuvante, é o alvo e beneficiário. A Bíblia é o registro das obras e palavras redentivas de Deus, em favor da humanidade. A Bíblia foi intencionada e inspirada por Deus, mas escrita por homens, no curso da História, para ser o fiel registro da História da Redenção (2 Epístola de Pedro 1.16-21).

O Deus invisível entrou na História do Universo que Ele criou, e cujo destino Ele mesmo governa soberanamente (contudo, normalmente não sem agência da criatura, especialmente o homem, como já foi observado). Deus entrou na História, participou da História, primeiramente, mantendo-se invisível, mas agindo direta ou indiretamente, e falando através de agentes que ficaram conhecidos como profetas, e cuidando para que seus atos e palavras redentivas ficassem indelevelmente registrados na História, a História da Redenção – por isto chamada a “Escritura Sagrada”.

Depois de haver participado como principal agente, embora invisivelmente, na História da humanidade, com os seus feitos e palavras redentivas; conforme já havia indicado por meio dos profetas, Deus mesmo, pessoalmente entrou na História, encarnado, em semelhança e natureza humana; isto é, em Jesus Cristo.

A Bíblia é a revelação verbal de de Deus, e Jesus Cristo é o grande assunto desta revelação. Jesus Cristo é o assunto principal da Bíblia porque ela é a História da Redenção e Jesus é o Redentor. É em Jesus Cristo que Deus e homem se encontram, em dois importante aspectos:
§   O Criador Infinito e Eterno e a criatura finita e temporal, em uma só e singular pessoa, Deus, o Eterno Filho, agora encarnado, em natureza humana, Jesus Cristo (João 1.1-14).
§   O Deus Santo e o homem pecador aproximados por um único Mediador, Jesus Cristo que cumpre perfeitamente a justiça que a Santidade de Deus requer e expia, anula, aniquila o pecado do homem ( Efésios 2.11-22).

O Deus encarnado, Jesus Cristo, comunica (em uma mensagem viva, em pessoa) que o homem, como criatura de Deus não é essencialmente (originalmente) pecador (transgressor da justiça, ofensivo e inadmissível perante a santidade de Deus).

Além disso, o Deus encarnado, Jesus Cristo, é grande demonstração de que o pecado, por mais grave, ofensinvo, abominável e destrutivo que seja, não é um mal que Deus, o Onipotente Criador, não possa vencer.  E Deus realmente o venceu, por meio de Jesus Cristo, “nosso Senhor, o qual por nossos pecados foi entregue (morreu) e ressuscitou para nossa justificação. Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 4.24-5.1).

Em nossa geração, a arrogância do homem confiante em suas conquistas tem atingido um grau tão elevado como em poucas outras ocasiões. O homem contemporâneo zomba da fé em Deus, mais especificamente da fé em um Deus pessoal, que intervém no no universo, na História, ou na vida particular de quem quer que seja. A zombaria dá lugar ao amargo desprezo e até perseguição quando, além da fé na existência de Deus, a fé reconhece que Jesus Cristo é Deus encarnado para salvar o pecador e redimir a Criação, conforme demonstra a História da Redenção, a Bíbla.

Creio em Deus porque penso, porque exerço a razão; e creio em Jesus Cristo porque conheço a História da Redenção, idoneamente reportada e preservada nas Escrituras Sagradas, a Bíblia.

Ouça a “voz da razão”, exerça a liberdade de pensar, não se deixe dominar pelo espírito arrogante de nossa era, admita a lógica da existência de Deus. Então,  ore, peça a Deus que se aproxime de você, e se faça mais intimamente conhecido. 

Então, sem preconceito, leia a Bíblia. Para ganhar tempo (que nos é tão precioso, e não sabemos quanto ainda nos resta) vá direto ao centro da Bíblia, vá aos Evangelhos (Segundo Mateus, Marcos, Lucas ou João); pois eles são registro histórico do cumprimento da grande promessa redentiva de Deus, do nacimento, ensino, e morte e ressurreição de Jesus Cristo.

Quem conhece a Jesus Cristo, conhece a Deus de uma maneira direta, íntima e salvadora, o que seria absolutamente impossível de qualquer outro modo. Conhecer a Deus pela Criação, por um milagre, ou por qualquer providência de Deus, é como conhecer um artista somente por uma ou algumas de suas obras. Conhecer Jesus Cristo é conhecer a Deus pessoalmente (João 14.6-9).

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” ( João 3.16)

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Amigo de Deus

Amigo de Deus

"Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos. Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas tenho vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer" (João 15:13-15)

Jesus nos coloca aqui o tipo de relacionamento que Ele quer ter conosco. Ele se deu a conhecer, através de Sua Palavra, para que fosse possível ao homem construir esse relacionamento de amizade, de intimidade, de confiança.

Deus não é um amigo imaginário, pois o amigo imaginário tem a personalidade que a pessoa que o criou inventa. Ele não existe de forma independente, depende dos valores e dor princípios de quem o inventou. Deus é uma pessoa independente, com caráter próprio, vontade própria, e a Bíblia nos revela sua personalidade, seus valores, sua ética, seu modo de pensar. Os valores distorcidos do ser humano se chocam com o caráter íntegro e sempre bem certinho de Deus. Então só consegue ter um relacionamento sincero com Ele quem realmente estiver disposto a mudar.

Se eu procuro conhecer o caráter e a personalidade de Deus, entender o que Ele quer de mim, tenho condições de construir essa amizade com Ele. Ao perceber Seu cuidado em minha vida, Seu amor, o amor que tenho por Ele cresce mais e mais, e cresce também em mim a vontade de ser quem Ele quer que eu seja, de obedecê-lo, de fazer Sua vontade, porque eu sei que do jeito que tenho levado minha vida até então só consegui sofrimento. A menos que eu ache o sofrimento uma coisa legal e queira continuar a viver eternamente com uma pedra gigantesca nas costas (sei lá, tem gosto para tudo, né?), terei toda a disposição para entregar minha vida nas mãos dEle e dizer: "Deus, me ensina a viver segundo a Tua vontade".

A melhor coisa da minha vida foi ter buscado essa amizade com Deus. Logo quando eu acordo, a primeira coisa que faço é ter uma conversa com Ele, como quem conversa com um amigo, entregando um a um dos meus afazeres do dia, entregando minha vida, minha vontade, minha saúde, meus planos, meu dia e cada uma das pessoas da minha família nas mãos dEle, pedindo a Ele que seja feita apenas a Sua vontade em minha vida. Leio a Bíblia, faço minhas anotações e só então, depois de alimentar o espírito, me levanto e vou alimentar meu corpo, com o café da manhã.

Durante o dia, converso com Ele. Se fico preocupada ou ansiosa com algo, logo conto para Ele o que está me incomodando e peço a Ele que cuide desse problema. Então descanso, porque sei que Ele já está providenciando a resposta. Se não sei o que fazer, entrego para Ele e peço que me dê a direção. Paro de me preocupar e pouco tempo depois já tenho a certeza do que devo fazer, e sei que foi Ele quem me mostrou. Procuro estar sempre conectada com Ele, como quem tem um amigo muito amado, super confiável, hiper inteligente, bem intencionado, poderoso, muito rico e mega sábio no msn o tempo inteiro. Imagine só poder baixar o msn em sua cabeça e ter esse amigo conectado contigo o dia inteiro. Qualquer coisa, você pergunta para ele, você repassa seu problema para ele e sabe que ele vai resolver. Então fica tranquilo, porque quando você menos esperar, a resposta vem.

Não faz muito tempo que eu faço isso, mas já tive muitas respostas, muitas vitórias e me sinto uma idiota por não ter abraçado essa amizade antes, porque a melhor coisa que existe é sentir-se amada, cuidada e segura por esse contato irrestrito com Deus. Muito melhor do que perder tempo na religiosidade vazia, buscando a voz de Deus em profecias de terceitos ou caçando respostas e "melhores interpretações" do texto bíblico, como se a Bíblia não fosse o suficiente.

A parte difícil, no entanto, é negar a minha vontade de agir por impulso, de resolver as coisas pela minha cabeça, de agir de acordo com meus sentimentos. Ter o controle sobre as emoções, negar minha própria vontade (que só me colocou em enrascada, diga-se de passagem. Não sei por que raios a gente se apega tanto ao nosso jeito de fazer as coisas se ele nunca dá resultados plenamente satisfatórios) para depender única e exclusivamente de Deus é o maior sacrifício de todos.

Por isso Ele diz "obediência quero, e não sacrifícios", porque não adianta só cumprir os rituais religiosos, tem de obedecer ao que Deus manda. Obedecer é melhor do que sacrificar simplesmente porque a obediência é o maior sacrifício. É sacrificar a si mesmo, assumir que a vontade de Deus é melhor do que a sua. A obediência não exclui o sacrifício, pelo contrário, ela inclui diversas formas de sacrifício. Ela inclui a entrega absoluta, irrestrita, do controle de sua vida a Deus.

Admito que não sou nada, que não sei nada sem Deus, entrego a direção de minha vida a Ele e vivo na dependência de Sua Palavra. Meu objetivo diário é fazer o que Ele quer que eu faça, é buscar ser quem Ele quer que eu seja. É só assim que a vida passa a fazer sentido, passa a ser realmente prazerosa, divertida. É só assim que a gente se sente realmente livre e começa a ser feliz de verdade.

Porque não se engane, enquanto a direção de sua vida está em suas mãos, e você está sujeito a todas as reações naturais, não é você quem está dirigindo, de verdade, nem está livre. Você é escravo de tudo o que não pode controlar, você é escravo do medo, da angústia, da ansiedade, da depressão, da falta de esperança, da fadiga, da exaustão, da sobrecarga, da dúvida, da culpa, da mágoa, do ódio, do rancor, dos vícios, da solidão, do sistema. A Liberdade está em devolver a quem nos criou o controle de sua criatura, pois só Ele sabe exatamente como a gente funciona e pode orientar nossas escolhas.

Mar do Esquecimento

Mar do Esquecimento

Olhando as estatísticas deste blog, me deparei com as palavras-chave mais utilizadas para chegar até aqui. Curiosamente um número relativamente grande de pessoas procuraram no google "mar do esquecimento", "qual livro da Bíblia fala sobre mar do esquecimento", "onde está o versículo que diz que Deus lança nossos pecados no mar do esquecimento", "mar do esquecimento está na Bíblia?", entre outras coisas semelhantes.

Curioso imaginar que tanta gente faça esse tipo de pesquisa. Talvez alguém tenha lhe dito: "ih, mar do esquecimento nem está na Bíblia", na intenção de mostrar que a pessoa está sendo ludibriada, ou ela mesma quer provar aos cristãos que eles inventam coisas, ou quem sabe seja alguém genuinamente preocupado em saber se seus pecados serão realmente lançados no mar do esquecimento, pois quer ser perdoado por Deus.

Em todo caso, achei que seria pertinente escrever sobre isso aqui, para que, seja qual for a intenção da busca, quem chegar aqui encontre uma resposta a respeito do tal "mar do esquecimento".

Costumamos dizer que Deus lança nossos pecados no mar do esquecimento, e deles não se lembra mais, quando realmente nos arrependemos de nossos erros e pedimos a Ele perdão sincero. Isso é verdade. Mas se você busca o termo completo "mar do esquecimento" na Bíblia, o encontra? Vou explicar a origem desse termo.

Em Miquéias 7:18,19 diz: "Quem, oh Deus, é semelhante a ti, que perdoas a iniquidade e te esqueces da transgressão do restante da tua herança? O Senhor não retém a sua ira para sempre, porque tem prazer na misericórdia. Tornará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniquiadades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar."

Esta passagem maravilhosa fala a respeito do caráter misericordioso de Deus. Mesmo no Antigo Testamento, antes do tempo da Graça, Deus não era o ser cruel e implacável que muita gente até hoje acredita que Ele é (essas pessoas, obviamente, não o conhecem). Quando diante do verdaeiro arrependimento, Ele não pensa duas vezes antes de perdoar a iniquidade e esquecer da transgressão do Seu povo. Volta a ter compaixão de nós e lança nossos pecados nas profundezas do mar.

Em Isaías 43:2 o próprio Deus diz: "Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro"

Não me lembro de ter lido o termo exato "mar do esquecimento", mas como a pessagem de Miquéias diz que Deus esquece de nossas transgressões e lança todos os nossos pecados nas "profundezas do mar", Isaías diz que Ele não se lembra de nossos pecados, e já sabendo que Deus não tem nenhum problema crônico de memória, e sabendo também que nenhuma expedição submarina encontrou toneladas de pecados incrustados de corais no fundo do mar, entendemos, de uma forma até mesmo bem poética, que este é o "mar do esquecimento".

Deus, que não se esquece de nada, pois é perfeito (e não, não tem problemas de memória), se permite não lembrar, ignorar, todos os nossos pecados, nos dando a chance de, diante dEle, começar de novo. O "mar do esquecimento" é, então, figura do grande perdão de Deus. Quando você lança algo nas pofundezas do mar, teoricamente aquilo nunca mais será encontrado (não entremos na discussão sobre as expedições submarinas existentes hoje. Quem, em sã consciência, sairia em busca de pecados submersos??? Só se procura algo que tenha valor. Se você jogar uma coisa insignificante no fundo do oceano - acredite - ninguém irá ver, nem procurar), nem visto.

Quando pensamos em "perdoar", geralmente não temos em mente essa idéia de desaparecer com aquela iniquidade. Perdoamos nossos irmãos, mas sempre podemos visualizar o que nos fizeram. O perdão, humanamente falando, não costuma estar atrelado ao esquecimento. Mas o perdão divino inclui o desaparecimento daquela iniquidade. Deus a lança em um lugar de onde ela nunca mais voltará e no qual ela não poderá mais ser vista por Ele. Por isso o reforço nesta idéia de esquecimento, dizendo que Ele lança nossos pecados nas profundezas do mar.

Não me interessa saber se o mar do esquecimento existe ou não, não faz a menor diferença, pois de qualquer maneira o Mar do Esquecimento é uma metáfora que me faz ver o quanto Deus é maravilhoso, a ponto de escolher não se lembrar dos meus erros, quando eu realmente me arrependo e peço perdão a Ele, decidindo nunca mais cometer aquele pecado.

E se Deus é tão misericordioso a ponto de escolher se esquecer de meus pecados, quem sou eu para ficar me torturando ao me lembrar deles, dando ouvidos ao diabo, que é o acusador? E também se Deus, o Criador, o único Santo e puro, que é o principal ofendido pelos pecados dos homens, escolhe não se lembrar mais do erro de alguém, quem sou eu para apontar o dedo e julgar uma pessoa por atos que ela cometeu no passado, e dos quais já se arrependeu? Sou eu maior do que Deus?

Além de mostrar a grandeza de Deus e o caráter perdoador do nosso Senhor, essas passagens deixam claro que o homem deve ser grato por essa misericórdia e recolher-se à sua insignificância, deixando essa mania arrogante de querer se apegar às picuinhas para tentar provar que está certo e que Deus - veja só - está errado.

Ainda escreverei novamente sobre pecado, arrependimento e perdão. Espero ter esclarecido as dúvidas do pessoal do Mar do Esquecimento. :-)

sábado, 25 de abril de 2015

A Consagração para o Sacerdócio Levítico – Lição 12

A Consagração para o Sacerdócio Levítico – Lição 12

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A cerimônia de consagração para o sacerdócio levítico evidenciava a grande responsabilidade e a importância desse ministério tanto para quem haveria de exercê-lo quanto para o seu beneficiado direto — o povo, que assistia a essa solenidade. Essa cerimônia tinha tanta relevância, que Deus deu a Moisés todos os detalhes de como ela deveria ocorrer. Eles estão registrados em Êxodo 29.1-46 e incluíam uma cerimônia de santificação do altar para o sacrifício.
Deus estabeleceu o sacerdócio como “estatuto perpétuo” (Êx 29.9), o que significa que ele era imutável e deveria ocorrer enquanto o Santuário existisse. A expressão hebraica traduzida por “perpétuo” nessa passagem traz a ideia de “imutável”.
Para aqueles que iriam exercer esse ministério, ao final das orientações referentes à cerimônia, Deus promete abençoar todas as obras do seu ofício. O Senhor é assim: Ele não apenas nos cobra responsabilidades; Ele também promete estar conosco e nos abençoar em tudo o que precisamos fazer para a sua glória e a bênção do seu povo.
Vejamos a seguir alguns aspectos dessa cerimônia e como ela aponta para princípios que todo obreiro do Senhor não deve olvidar, objetivando o seu amadurecimento espiritual no serviço do Mestre.

As Mensagens Expressas na Consagração de Arão e seus Filhos
Em Êxodo 29.1, já nos é apresentada na introdução a razão por que esse cerimonial precisava ser feito: “para os santificar”. Arão e seus filhos só poderiam começar a “administrar o sacerdócio”, como diz o texto, depois que fossem santificados, e essa santificação ocorreria justamente através dessa cerimônia. Esse propósito é asseverado não só na introdução das orientações para a cerimônia, mas também no seu final (Êx 29.44).
Como ressaltamos na abertura deste capítulo, essa consagração servia para colocar em relevo a responsabilidade e a importância do ministério sacerdotal levítico. Por
A meio dessa cerimônia, o povo era cientificado e rememorado de que aquelas pessoas que estavam ali eram chamadas por Deus. Elas não eram pessoas que estavam ali simplesmente porque queriam ou porque se achavam competentes para tal. Estavam ali porque Deus as chamara, como afirma o escritor da Epístola aos Hebreus, que também ressalta a ligação do sacerdócio levítico com o ministério de Cristo: “E ninguém toma para si essa honra, senão o que é chamado por Deus, como Arão. Assim, também Cristo não se glorificou a sim mesmo, para se fazer sumo sacerdote, mas glorificou aquele que lhe disse: Tu és meu Filho, hoje te gerei” (Hb 5.4,5).

A grande mensagem inicial desse cerimonial era sublinhar o fato de que as pessoas que estavam ali para serem apresentadas para aquele serviço especial eram chamadas, escolhidas, eleitas pelo próprio Deus para aquela tarefa. Esse era o significado primordial da consagração.

Em segundo lugar, essa cerimônia dizia a todos que aqueles homens não se dedicariam a outra coisa: eles se dedicariam tão somente, exclusivamente, àquele serviço para o qual estavam sendo apresentados.

Em terceiro lugar, como lembra Matthew Henry, a expressão em hebraico para “consagrar” em Êxodo 29-9 é “encher as mãos”. Em vez de “sagrarás a Arão e seus filhos”, que é uma tradução correta para o final desse versículo, podemos colocar também “tudo porás nas mãos de Arão e nas mãos de seus filhos”. Da mesma maneira, “o carneiro das consagrações” (Êx 29.22,26) significa também “o carneiro posto nas mãos” de Arão e seus filhos.1 Esse significado “mãos cheias” fala-nos de mãos ocupadas. Sim, quem é consagrado para Deus é uma pessoa que passa a ter as suas mãos ocupadas. A sua vida ganha uma direção específica, um norte determinado, um rumo estabelecido; o trabalho de Deus o consome, toda a sua vida é preenchida, afetada e envolvida pelo seu chamado. Ele é consagrado, e quem é consagrado é alguém ocupado. O trabalho da sua vida é definido pelo seu chamado.


Em quarto lugar, a consagração de Arão e seus filhos falava também de aperfeiçoamento. Era só a partir da consagração que eles estavam finalmente autorizados a iniciar seu ofício conforme lhes havia sido ensinado. A partir daquele momento, eles poderiam começar o seu trabalho, pois já estavam preparados para o serviço. O seu preparo estava concluído e a consagração era o sinal verde de Deus para que começassem. Era hora de arregaçar as mangas e trabalhar. Eles estavam preparados.

E finalmente, em quinto lugar, a consagração fala de capacitação divina para o serviço. Esses homens eram... Homens! E como homens, eram, portanto, fracos, como ressalta o escritor da Epístola aos Hebreus (Hb 7.28). Mas, através daquela consagração, Deus estava dizendo: “Eu estarei com vocês! Eu estou capacitando-os. Meu Espírito estará sobre a sua vida em todas as obras deste importante trabalho para mim e em favor deste povo. Por meio de vocês, Eu abençoarei o povo de Deus”. Essa é a mensagem que Deus transmite ao final das orientações para essa cerimônia, e que está expressa nos dizeres “Vos encontrarei para falar”, “Por minha glória serão santificados”, “Santificarei a Arão e seus filhos, para que me administrem o sacerdócio”, “E habitarei no meio dos filhos de Israel e lhes serei por Deus, e saberão que Eu sou o Senhor, seu Deus, que os tenho tirado da terra do Egito, para habitar no meio deles; eu, o Senhor, seu Deus” (Êx 29.42-46).

A Cerimônia de Consagração
Eis alguns aspectos importantes dessa cerimônia de consagração:
A lavagem com água (Êx 29.4), utilizando a água da pia de bronze (Êx 30.17-21). Ela nos fala de purificação, pureza, santificação, perfeição. Essa lavagem com água simboliza a purificação pelo sangue de Jesus e a Palavra de Deus (1 Jo 1.7; Jo 15.3;
17.17). O escritor da Epístola aos Hebreus nos lembra que sem santificação, “ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14). A mensagem aqui, enfim, é que ninguém pode se apresentar ao serviço do Senhor sem santificação, sem procurar viver uma vida de santidade.
Colocação, em seguida, das vestes especiais para o ofício (Êx 29.5,6,8,9). Após a lavagem, eles estavam prontos para colocar suas novas vestimentas, próprias e específicas para o trabalho que exerceriam. Sobre o significado dessa indumentária, já falamos bastante no capítulo anterior. A mensagem aqui é que “não era suficiente que removessem a corrupção do pecado [pela lavagem da água]”, mas também “deveriam vestir as graças do Espírito, vestirem-se de justiça (SI 132.9). Eles deveriam ser cingidos, como homens preparados e fortalecidos para o seu trabalho. E deveriam ser vestidos e coroados, como homens que consideravam o seu trabalho e as suas funções uma verdadeira honra”.2

A unção com azeite (Êx 29.7; 30.22-33). 
O azeite da unção deveria ser derramado sobre a cabeça de Arão e de seus filhos. A unção simboliza a presença e o poder do Espírito Santo. Também Jesus, o nosso Sumo Sacerdote, foi ungido pelo Espírito Santo (Lc 4.18,19; At 10.38), bem como os seus discípulos (Lc 24.49; At 1.5,8; 2.1-4). Cada crente em Cristo, desde o dia em que aceitou Jesus como Senhor e Salvador de sua vida, recebeu o Espírito Santo como penhor da nossa salvação (2 Co 1.21,22). Entretanto, é preciso que busquemos o batismo no Espírito Santo para dinamizar mais ainda o nosso serviço a Deus (At 1.8; 19.1-6), além de buscarmos ser sempre cheios do Espírito Santo (Ef 5.18).
Tanto o sumo sacerdote como os demais sacerdotes eram ungidos (Êx 29.7; 30.30). Todos aqueles que são chamados para o serviço de Deus precisam da unção de Deus, isto é, do poder do Espírito Santo sobre suas vidas para realizarem com excelência a obra que o Senhor confiou em suas mãos para fazer. O azeite tinha que ser especial (Êx 30.22-25), não poderia ser misturado, nem com composição diferente. Sua fórmula era exclusiva, não podendo ser usada para outro fim nem aplicada em estranhos, mas só para o serviço na obra de Deus (Êx 30.31-33). Deus não aceita mistura. Sua unção não poderá ser misturada com fórmulas mundanas. Não há concórdia entre a luz e as trevas (1 Co 6.14-18).

O sacrifício (Êx 29.10-18). 
Primeiro, era feita uma oferta pelos pecados dos próprios sacerdotes (Êx 29.10-14). Eles deveriam colocar a mão na cabeça do animal a ser sacrificado (Êx 29.10), como confissão de que eram pecadores e pelos seus pecados deveriam morrer. Ora, Cristo é a expiação pelos nossos pecados (Jo 3.16; 1 Co 15.3; 1 Jo 1.7). Quem serve na obra de Deus deve se lembrar de que é um pecador e se apoiar totalmente nos méritos de Cristo para sua salvação. Como Paulo disse a Timóteo, o obreiro de Deus deve cuidar primeiro de si mesmo, da sua própria salvação, da sua vida espiritual, para depois levar a salvação e a bênção e Deus aos outros: “Tem cuidado de ti mesmo [...] fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem” (1 Tm 4.16). Como alguém poderá ajudar perfeitamente aqueles que se encontram doentes enquanto ele mesmo ainda se encontra doente?

Em seguida, deveria haver ainda um holocausto não de expiação de culpas, mas especificamente em honra a Deus, e a oferta sobre ele deveria ser totalmente queimada, simbolizando a dedicação total daqueles homens ao serviço do Senhor (Ex
29.15-18). O fogo consumindo toda a oferta fala de entrega total ao serviço. E o fato de essa oferta só poder ser apresentada após a oferta pela expiação dos pecados desses sacerdotes significa que “até que a iniquidade seja retirada, nenhum serviço aceitável pode ser realizado”,3 o que nos lembra da purificação de Isaías para poder servir no ministério profético como Deus queria (Is 6.7).

A oferta pacífica vinha depois, o chamado “carneiro das consagrações” (Êx 29.19-37) ou “sacrifício da posse”. Todos esses sacrifícios apontavam para o Calvário, para a obra de Cristo na cruz. Nesse sacrifício em especial, o sangue da vítima inocente deveria ser aspergido tanto sobre o altar quanto sobre as vestes e o corpo dos sacerdotes — no caso, sobre a ponta da orelha direita, o dedo polegar da mão direita e o dedo do pé direito de todos eles. O azeite também era espargido sobre eles e suas vestes. Isso tudo era para santificação de todos eles (Êx 29.20,21). Significava santificação de sua atenção (orelha direita), do seu trabalho (mão direita) e de seu andar, seu proceder (pé direito); e o sangue e o azeite juntos falam do sangue de Cristo e do Espírito Santo, da justificação e da santificação, do perdão e do poder purificadores. Aliás, o Espírito Santo é quem aplica a obra de Cristo em nossa vida, operando a santificação.

O restante do ritual, conforme descrito no texto sagrado, é muito bem sintetizado pelo Comentário Bíblico Beacon:

Moisés poria nas mãos dos sacerdotes partes deste carneiro das consagrações, junto com porções do pão, bolos e coscorões que estavam na cesta (Ex 29.22,23; ver v.2). Por um movimento horizontal em direção ao altar, os sacerdotes tinham de apresentá-los como oferta ritualmente removida, simbolizando entrega a Deus (v.24). Depois, Moisés queimava a porção de Deus no altar (v.25) por cheiro agradável ao Senhor. Retinha o peito do carneiro das consagrações para si (v.26), a parte que normalmente ia para o sacerdote que oficiava a oferta do peito do movimento. O peito e o ombro dos sacrifícios pacíficos — como pode ser chamado este tipo de oferta (v.28) — eram porções habituais para o sacerdote (v.27). O peito era movido em movimento horizontal e o ombro era alçado (ou erguido) em movimento vertical em atos simbólicos de dá-los a Deus.4
As ofertas diárias se seguiam durante sete dias, que era o tempo que durava a cerimônia de posse do novo sacerdote. Arão e seus filhos cozinhavam e comiam juntamente com o que sobrava do cesto do pão e as porções de carne não queimadas do altar ou que haviam sido dadas a Moisés. O mesmo também ocorria no caso da oferta pacífica. Esse pão e essa carne dos quais os sacerdotes participavam, e que os santificavam, representavam o corpo de Cristo , cuja carne era simbolizada no Novo Testamento pelo pão da Santa Ceia (Mt 26.26; 1 Co 11.24). Um detalhe interessante e que as, vestes do sumo sacerdote eram passadas para o seu filho por ocasião da consagração deste como novo sumo sacerdote (Ex 29.29,30). O novo sumo sacerdote deveria passar pelo mesmo cerimonial de consagração de seu pai, com o azeite sendo derramado sobre aquelas vestes mais uma vez — e sobre ele, pela primeira vez. A indumentária não seria nova — seria a mesma usada por seu pai —, mas a experiência seria nova para o novo sumo sacerdote. Isso fala que as responsabilidades, representadas aqui pela indumentária, se transferem, mas a consagração e a unção, não. O novo ministro tem que ter a sua própria experiência de confirmação e capacitação para o ofício dadas por Deus.

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Cristo, nosso Sumo Sacerdote Perfeito e Eterno
A ordem sacerdotal de Cristo não era a de Levi, mas a de Melquisedeque (Hb 5.6,10; 7.1-28), e a Bíblia nos apresenta Jesus como aquEle que tem um “sacerdócio perpétuo” (Hb 7.24), isto é, imutável.
A perpetuidade do sacerdócio levítico era garantida por meio da continuação da linhagem levítica, pelo “grande número” de seus sacerdotes que se sucediam com
o Só que o “sacerdócio perpétuo” de Jesus é muito mais poderoso, pois se assenta na sua eternidade, além da perfeição e do caráter definitivo de seu sacrifício (Hb 7.24-27). Ele era perfeito, por isso seu sacrifício e serviço foram perfeitos (Hb 7.26-28).
Louvemos a Cristo, que nos deu livre acesso à presença de Deus por meio do seu ministério perfeito e definitivo, um ministério perpétuo em nosso favor, no qual Ele está “sempre vivendo para interceder por todos” nós (Hb 7.25b). Aleluia!

                                             Silas Daniel

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Bibliografia
1 HENRY, Matthew. Comentário Bíblico do Antigo Testamento — Gênesis a Deuteronômio. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, p. 320.
2 HENRY, Matthew. Comentário Bíblico do Antigo Testamento ----- Gênesis a Deuteronômio. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, p. 320.
3 HENRY, Matthew. Comentário Bíblico do Antigo Testamento ----- Gênesis a Deuteronômio. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, p. 321.
4 LIVINGSTON, George Herbert. Comentário Bíblico Beacon. v. 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p. 218, 219.

65 perguntas Biblicas sobre o Livro de Atos dos Apostolos

65 Perguntas Bíblicas sobre o livro de Atos dos Apóstolos

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65
 Perguntas Bíblicas para Gincana Bíblica sobre o Livro dos Atos dos Apóstolos
- Perguntas sobre Livros da Bíblia;

1 - A quem foi destinado o livro de atos?
R. Teófilo. (Atos 1.1)

2 - Quais as ultimas  palavras de Cristo antes da ascensão?
R. Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra. (Atos 1.8)

3 - Qual a distancia do Monte das oliveiras para Jerusalem (de acordo com o capitulo 1 de atos )?
R. Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado das Oliveiras, o qual está perto de Jerusalém, à distância do caminho de um sábado. (Atos 1.12)

4 - Quem orava no cenáculo em Jerusalém, junto com os apóstolos?
R. Maria, mãe de Jesus, seus irmãos e outras mulheres. (Atos 1.12-14)

5 - Qual o nome do campo adquirido por Judas?
R. Aceldama (Campo de sangue). (Atos 1.19)

6 - O que significa Aceldama (campo comprado por Judas com o dinheiro da traição)?
R. Campo de Sangue. (Atos 1.19)

7 - Qual o nome dos 2 candidatos a vaga deixada por Judas Iscariotes?
R. José, chamado Barsabás, que tinha por sobrenome o Justo, e Matias. (Atos 1:23)

8 - Quem foi eleito discípulo para ocupar o lugar de Judas?
R. Matias. (Atos 1.26)

9 - De que forma o Espírito Santo se manifestou aos discípulos no dia de Pentecostes?
R. Como línguas de fogo. (Atos 2.3)

10 - A que foram comparados os discípulos quando estavam possuído pelo Espírito Santo?
R. Foram comparados a bêbados. (Atos 2.13)

11 - Quantas pessoas foram batizadas após o primeiro discurso do apóstolo Pedro?
R. Cerca de três mil batizados. (Atos 2.41)

12 - Cite 05 cidades das quais tinham pessoas participando da festa no dia de pentecostes.
R. Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, Judéia, Capadócia, Ponto e Ásia, E Frígia e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos. (Atos 2.9-10)

13 - Como se chamava a porta do templo onde os discípulos encontraram um coxo?
R. Formosa (Atos 3.2)

14 - O que significa o nome de Barnabé?
R. Filho de exortação. (Atos 4.36)

15 - Qual o nome das autoridades que se reuniram para julgar o caso de Pedro e João?
R. E Anás, o sumo sacerdote, e Caifás, e João, e Alexandre, e todos quantos havia da linhagem do sumo sacerdote. (Atos 4.6)

16 - Como se chamava o casal que morreu por ter mentido?
R. Ananias e Safira. (Atos 5.1-11)

17 - Quantos diáconos foram escolhidos para ajudar os discípulos na distribuição diária?
R. Sete diáconos. (Atos 6.3)

18 - Cite o nome de um dos sete escolhidos para servirem as mesas em Jerusalém:
R. Estevão, Felipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau. (Atos 6.5)

19 - Qual o nome do primeiro a morrer por causa do amor a cristo descrito no capitulo 7?
R. Estevão

20 - Como foi que morreu Estevão?
R. Apedrejado. (Atos 7.59-60)

21 - Qual livro lia o Eunuco que Felipe encontrou?
R. O livro de Isaías. (Atos 8.30)

22 - Quem foi convertido ao ouvir a pregação de Felipe no caminho de Jerusalém para Gaza?
R. Um eunuco, funcionário da rainha. (Atos 8.38)

23 - O que usava Simão para iludir o povo de Samaria?
R. Mágica. (Atos 8.9)

24 - Próximo de que cidade Saulo (Paulo) caiu ao receber a mensagem de Jesus?
R. Damasco. (Atos 9.3)

25 - Qual o nome do discípulo que orou para que Paulo recuperasse a visão?
R. Ananias. (Atos 9.10)

26 - Qual o nome da costureira ressuscitada por Pedro?
R. Tabitas-Dorcas. (Atos 9.31)

27 - Qual era o problema de Enéias descrito no capitulo 9?
R. Ele era paralitico. (Atos 9.33)

28 - Como se chamava o paralítico curado por Pedro em Lida?
R. Enéias. (Atos 9.32-33)

29 - Onde Morava Cornélio, centurião da corte Italiana?
R. Cesareia. (Atos 10.1)

30 - Em qual cidade  Pedro estava orando quando Teve uma visão?
R.  Jope (Atos 11.5)

31 - Onde os discípulos foram chamados cristãos pela primeira vez?
R. Em Antioquia. (Atos 11.26)

32 - Qual o profeta que previu uma grande fome nos dias do Imperador Romano Cláudio?
R. Ágabo. (Atos 11.27-28)

33 - Em qual cidade Pedro estava orando quando teve uma visão?
R. Jope. (Atos 11.5)

34 - Quantos soldados foram encarregados de vigiar o prisioneiro Pedro?
R. 16 ou quatro grupos de quatro (12.4)

35 - Quando Pedro saiu da Prisão, foi a casa de Maria, Mãe de João Marcos. Qual o nome da Pessoa que atendeu a Porta?
R. Rode. (Atos 12.13)

36 - Quem foi ferido e comido por bichos por não dar gloria a Deus?
R. Herodes. (Atos 12.23)

37 - Quem foi que acompanhou Paulo e Barnabé durante parte da primeira viagem missionária?
R. O jovem João Marcos. (Atos 12.25, 13.5 e 13.13)

38 - Qual o nome dos profetas e mestres que havia na Igreja de Antioquia (citados no capitulo 13)
R. E na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé e Simeão chamado Níger, e Lúcio, Cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes o tetrarca, e Saulo. (Atos 13.1)

39 - Qual a cidade de onde Paulo partiu na sua primeira viagem?
R. Antioquia. (Atos 13.1)

40 - Quem acompanhou Paulo em sua primeira viagem?
R. Barnabé. (Atos 13.2)

41 - Qual o nome de uma falso profeta encontrado em Pafos?
R. Barjesus (Elimas).  (Atos 13.6)

42 - Qual o nome do Proconsul que procurava Paulo e Barnabe para ouvir a Palavra de Deus?
R. Sergio Paulo. (Atos 13.7)

43 - O que aconteceu ao falso profeta citado no capitulo 13?
R. Ficou cego. (Atos 13.11)

44 - Quais os personagens bíblicos que foram chamados por nome de planetas ? Quais os nomes dos planetas?
R. Barnabé foi chamado de Júpiter, Paulo foi chamado de Mercúrio. (Atos 14.12)

45 - Quantas circuncisões Pedro fez no livro de Atos?
R. Nenhuma. Somente Paulo circuncidou Timóteo. (Atos 16.3)

46 - Quem foi a 1ª mulher convertida na Europa pelo apóstolo Paulo?
R. Lídia. (Atos 16.14)

47 - O que vendia Lidia, moradora da cidade de Tiatira?
R. Púrpura. (Atos 16.14)

48 - O que estava escrito num altar destinado a Deus em Atenas?
R. Ao Deus desconhecido. (Atos 17.23)

49 - Em qual cidade existia o altar ao deus desconhecido?
R. Atenas.  (Atos 17.23)

50 - Como se chamava a mulher convertida em Atenas pelas pregações de Paulo?
R. Dâmaris. (Atos 17.34)

51 - Qual o nome do casal de amigos de Paulo fabricantes  de  tendas?
R. Priscila e Áquila (Atos 18:2)

52 - Qual era a profissão de Paulo?
R. Paulo era fabricante de tendas. (Atos 18.3)

53 - Qual a cidade de onde Paulo partiu na sua terceira viagem?
R. Antioquia. (Atos 18.22 )

54 - Que figura é utilizada por Paulo como cruel perseguidor do rebanho de Jesus, e onde aparece esta comparação?
R. Lobo. (Atos 20.29)

55 - Qual o nome do rapaz ressuscitado por Paulo após cair de uma janela?
R. Eutico. (Atos 20.9)

56 - Qual o profeta que através de um cinto previu a prisão do dono do cinto?
R. Ágabo. (Atos 21.10-11)

57 - Em que local Paulo falou ao povo em sua defesa, antes de ser preso ?
R. Em pé numa escada. (Atos 21.40)

58 - Como se chamava a esposa de Félix, o governador?
R. Drusila, que era judia. (Atos 24.24)

59 - Como era chamado o vento que arrastou o navio em que Paulo viajava para Roma?
R. Vento Nordeste ou Euro-Aquilão. (Atos 27.14)

60 - Quantos dias a tripulação ficou sem comer na Quarta viagem de Paulo?
R. 14 dias. (Atos 27.33)

61 - Quantas pessoas estavam no navio com Paulo nesta Quarta viagem?
R. 276 pessoas (Atos 27.37)

62 - Como se chamava a ilha perto da qual o navio onde Paulo navegava naufragou?
R. Malta. (Atos 28.1)

63 - Quantos capítulos possuem o livro de atos?
R. 28 capítulos.

64 - Quantas foram às viagens do apóstolo Paulo (Saulo)?
R. 4 viagens (Atos 13.1; 15.36; 18.24; 27.1)

65 - Quem foi o autor do livro de Atos?
R. O mais provável é Lucas.